Por Silvio Dutra
“Em toda a
angústia deles foi ele angustiado, e o anjo da sua presença os salvou; no seu
amor, e na sua compaixão ele os remiu; e os tomou, e os carregou todos os dias
da antiguidade.” (Isaías 63.9)
Deus em sua essência
suprema de amor sempre manifesta simpatia pelos que sofrem, especialmente por aqueles que fazem parte do
seu povo, uma vez que é contra eles que Satanás dispara seus dardos inflamados,
para que no sofrimento deles isto cause também indiretamente sofrimentos no
coração amoroso de Deus.
O texto de Isaías em destaque bem demonstra esta verdade relativa à
companhia permanente do Senhor em nossos sofrimentos. Não há angústia que
soframos em que ele também não seja angustiado.
O grande fato é que Deus nunca deixa de sofrer juntamente com os seus santos.
Ainda que todos nos abandonem e sejam incapazes de sintonizar com as nossas aflições, Deus não somente nos
acompanha, como também se aflige juntamente conosco.
Somente onde existe o amor verdadeiro pode ser encontrada esta condição,
pois não é provável que seja achada simpatia da parte daqueles que não amam nas
situações de sofrimento e tristeza, mas eles sempre estarão dispostos a
acompanharem aqueles que se encontram em prosperidade e alegria mundana, pois é
isto o que espírito deles busca, e assim, simpatizam mutuamente naquilo que é
agradável à carne.
Mas, os que são do Senhor e andam nos Seus caminhos, são chamados a
compartilhar dos Seus sofrimentos, que são completados nas perseguições e
aflições que sofrem por causa do seu amor ao evangelho.
Não é próprio de quem não ama mostrar simpatia por outros que estão
sofrendo e em necessidade. Por isso, os que são de Cristo devem ser
aperfeiçoados no amor através de sofrimentos.
“Pois vos
foi concedido, por amor de Cristo, não somente o crer nele, mas também o
padecer por ele, tendo o mesmo combate que já em mim tendes visto e agora ouvis
que está em mim.” (Filipenses 1.29,30).
“O Espírito
mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus; e, se filhos,
também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é certo que
com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.” (Romanos
8.16,17).
Por isso a
cruz sempre esteve no coração de Deus e permeia toda a vida de verdadeira
santidade e amor, e esta é a razão por sermos concitados a carregarmos a nossa
cruz diariamente.
Não somos
convidados a buscar um viver de facilidades, de comodidades, de alegrias
terrenas permanentes, mas, ao contrário disso, a carregar a cruz que é um
instrumento de sofrimento, pois a vida cristã nos imporá ser aperfeiçoados na
obediência através do sofrimento, sobretudo no que respeita a simpatizar com as
aflições dos que sofrem.
Sem este
aprendizado é impossível ser poderoso na intercessão em favor dos que sofrem.
Do próprio Senhor Jesus Cristo é dito que foi aperfeiçoado através dos
sofrimentos para ser poderoso sacerdote intercessor.
“14 Tendo,
portanto, um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou os céus,
retenhamos firmemente a nossa confissão.
15 Porque
não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer- se das nossas fraquezas;
porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
16
Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos
misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.”
(Hebreus 4.14-16).
“7 O qual
nos dias da sua carne, tendo oferecido, com grande clamor e lágrimas, orações e
súplicas ao que podia livrar da morte, e tendo sido ouvido por causa da sua
reverência,
8 ainda que
era Filho, aprendeu a obediência por meio daquilo que sofreu;
9 e, tendo
sido aperfeiçoado, veio a ser autor de eterna salvação para todos os que lhe
obedecem,
10 sendo por
Deus chamado sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hebreus
5.7-10).
Assim a
simpatia pelo sofrimento, ou compaixão é recomendada a todos os santos, pois é
principalmente pelo exercício dela que podemos medir o quanto temos crescido no
amor.
“Finalmente,
sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, cheios de amor fraternal,
misericordiosos, humildes,” (I Pedro 3.8)
“Antes sede
bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros,
como também Deus vos perdoou em Cristo.” (Efésios 4.32)
“Revesti-vos,
pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de
benignidade, humildade, mansidão, longanimidade,” (Colossenses 3.12)
A razão
disso é que esta compaixão é parte integrante do caráter do próprio Deus.
“Tendo o
Senhor passado perante Moisés, proclamou: Jeová, Jeová, Deus misericordioso e
compassivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade;” (Êxodo
34.6).
“Pois, se
voltardes para o Senhor, vossos irmãos e vossos filhos acharão misericórdia
diante dos que os levaram cativos, e tornarão para esta terra; porque o Senhor
vosso Deus é clemente e compassivo, e não desviará de vós o seu rosto, se voltardes
para ele.” (2 Crônicas 30.9).
“Mas ele,
sendo compassivo, perdoou a sua iniquidade, e não os destruiu; antes muitas
vezes desviou deles a sua cólera, e não acendeu todo o seu furor.” (Salmo
78.38)
“Mas tu,
Senhor, és um Deus compassivo e benigno, longânimo, e abundante em graça e em
fidelidade.” (Salmo 86.15)
Nos textos
destacados nós observamos uma clara associação entre compaixão e perdão, e a
razão disso é que muito da simpatia no sofrimento é decorrente da ação
deletéria do pecado, cuja cura exige sempre o perdão.
Mas, nem
toda simpatia pelo sofrimento é decorrente de compaixão por situações aflitivas
produzidas pelo pecado, como vemos no caso do sofrimento do próprio Senhor
Jesus Cristo, que não tinha pecado, e o vemos em grandes sofrimentos, especialmente
o que experimentou no Jardim do Getsêmani.
Ele apelou à
simpatia dos apóstolos que o acompanhavam para ser confortado, mas não
encontrou em seus espíritos ainda subjugados pela carne a simpatia que
necessitava. Ele se voltou para o Pai e foi plenamente confortado.
“36 Então foi Jesus com eles a um lugar chamado
Getsêmani, e disse aos discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar.
37 E levando
consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a
angustiar-se.
38 Então
lhes disse: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo.
39 E
adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo: Meu
Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero,
mas como tu queres.
40 Voltando
para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Assim nem uma hora
pudestes vigiar comigo?
41 Vigiai e
orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto,
mas a carne é fraca.
42
Retirando-se mais uma vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode
passar sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.
43 E,
voltando outra vez, achou-os dormindo, porque seus olhos estavam carregados.
44
Deixando-os novamente, foi orar terceira vez, repetindo as mesmas palavras." (Mateus 26:36-44).
Ouça Suas palavras tocantes: "Minha alma está muito triste". E
para quem, nesta hora de agonia, de sofrimento e tristeza esmagadores, Ele se
volta? Ele buscou a amizade e simpatia do homem, Ele se dirigiu a Pedro, Tiago
e João. Ele não lhes pediu que protestassem lealdade e amizade, mas apenas a
sua presença tranquilizante e silenciosa simpatia, vigiando com ele em oração.
Quem pode
descrever o poder e a influência tranquilizadora de uma simpatia silenciosa - a
presença calma e tranquila de um coração amoroso e gentil na hora da dor e da
aflição?
Mas quão
dolorosa e triste foi a decepção de nosso Senhor! Ele estava aprendendo por
experiência própria a incerteza e a fragilidade da dependência humana na hora
da escuridão e amarga dor da alma. A carne revelou nos apóstolos toda a sua
fraqueza para o propósito de nos tornar semelhantes à simpatia do amor que há
em Deus, pois não está sujeita a Ele e nem mesmo pode estar. Daí a instrução de
Jesus que na nossa condição humana devemos sempre orar e vigiar para não sermos
vencidos pela tentação da carne, e assim sermos inabilitados a ser, sentir e
viver segundo o coração compassivo de Deus.
O Senhor
Jesus não está apenas ciente de nossas deficiências, nossas fraquezas,
fracassos no dever, no serviço e no amor, mas Ele se lembra de que somos pó; ele
considera quão limitados são nossos poderes. O espírito para Ele é tudo, a
carne como nada, pois estas faculdades de compaixão e amor residem no espírito
e não na carne.
Toda a
Bíblia revela a essencialidade do amor, mas o Novo Testamento destaca de forma
muito clara e direta o quanto dependemos de um viver e andar no Espírito Santo,
para que possamos ser amadurecidos, aperfeiçoados no amor divino, de maneira
que ele se manifeste em nós, da mesma forma como se encontra na natureza de
Deus.
Daí nosso
Senhor nos ter deixado o novo mandamento de nos amarmos como ele nos amou, ou
seja, com o mesmo tipo de amor que existe em sua natureza divina.
Se não
formos aperfeiçoados pelas provações, para o aprendizado da paciência, da
experiência e da esperança, jamais poderemos seguir ao patamar seguinte que é o
do amor. Assim, vemos claramente que crentes carnais não podem amar com o mesmo
amor de Cristo, enquanto nesta condição. Não se poderá ver neles esta
característica predominante do amor maduro que é a de simpatia pelos que
sofrem.
A simpatia
aqui referida não é de mero caráter
sentimental, pois tem a ver muito com a capacidade de discernir o mundo
espiritual, em que somos levados a ter as mesmas angústias e tristezas que se
encontram no coração de Deus pelos sofrimentos que os pecados geram no mundo.
Choramos com
os que choram, antes de podermos nos alegrar com os que se alegram. Quanto
conforto e alegria vem ao coração daquele que muito sofreu pela condição de
apostasia de um irmão, e que agora com grande alegria observa o seu retorno à
comunhão da Igreja!
Não há
palavras que possam definir estes sentimentos, esta condição, esta realidade de
um coração simpatizante, conforme a simpatia que se encontra no coração de
Cristo.
Por isso
necessitamos ser aperfeiçoados no amor através das tribulações, pois não
podemos aprender estas realidades do reino de Deus, a não ser por meio delas. É
no sofrimento, na paciência nas tribulações, que aprendemos a ter um coração
terno como é o coração do Senhor, e a aprender que na verdade, Ele é o grande
companheiro que permanece conosco, partilhando de nossos sofrimentos, durante
todo o tempo de duração de nossas aflições.
Ele faz
assim conosco, para que façamos o mesmo com nossos irmãos que sofrem. Daí se
dizer que devemos ser compassivos para com todos. Mas, como poderíamos atender
a esta condição se não formos capacitados para isto pela nossa transformação
pessoal em pessoas compassivas e simpatizantes com o sofrimento alheio?
Deus forma
nossas amizades, governa nossas afeições e nos revela aquelas profundas fontes
de sentimento e simpatia que brotam do coração humano e brotam em mil correntes
de apoio e conforto. Seu grande alvo é que sejamos exercitados em simpatia
mútua.
Os
ensinamentos e as exortações de Jesus, todas se baseiam no fato de que o homem
deve ajudar o homem, fortalecer o homem; que o cristão deve apoiar cristãos,
chorar com cristãos; que o irmão deve amar o irmão, compartilhar a tristeza de
um irmão, suprir a necessidade de um irmão e suportar o fardo de um irmão.
A simpatia
humana não é uma coisa que podemos criar ou comandar. Não é controlada pelas
leis da força. Não podemos nem inspirar a sua criação, nem invocá-la. Deve
fluir naturalmente e espontaneamente, ou não. Podem, portanto, haver ocasiões e
circunstâncias em que toda simpatia nos é negada - simpatia pela nossa posição,
simpatia pelo nosso sofrimento; nós podemos pedir, senão para a simpatia de
"uma hora", como Jesus pediu aos apóstolos no Getsêmani, e pedir em
vão! E qual é a lição que o Senhor nos ensinaria assim? Sempre olhar para uma
fonte mais elevada do que a humana. Ainda que devamos nos exercitar muito para
aprender a ser pacientes, longânimos, simpatizantes para com os outros, não
devemos criar expectativas de recebê-lo em troca.
Há uma forte
inclinação natural em nós para nos inclinarmos demasiadamente sobre o braço
humano, e muito carinhosamente sobre o coração humano. Recorremos primeiro ao
homem antes de irmos para Deus. Vamos com a nossa carga de dor para a simpatia
do homem, antes de levá-la para Cristo. Agora, o Senhor nos ensina que a
verdadeira força, o verdadeiro consolo, a simpatia pura é encontrada somente
nEle.
Como vimos
anteriormente, a necessidade da força da "criatura" e da simpatia
"humana" só deve ser satisfeita se for trazida em uma comunhão mais
íntima com Deus.
Dona Tabita
Kraule Pinto, Reitora do Seminário Teológico Betel, era poderosa intercessora,
com muitas orações atendidas por Deus, creio, especialmente em razão do grande
amor divino que nela havia, que se revelava em muita simpatia pelo sofrimento
daqueles pelos quais intercedia.
Ela foi
moldada, ela mesma, na escola da aflição, e assim podia simpatizar com todos os
que sofriam.
O cristão
que é assim transformado para demonstrar tal tipo de simpatia, mergulha
voluntariamente nos vales de desespero e aflição do seu próximo, e não precisa
ser convidado para isto por ninguém, porque é guiado para tal pelo Espírito
Santo que nele habita.
Nenhum
cristão pode agir assim pelo simples fato de ter decidido fazê-lo. É preciso
passar pelas etapas de crescimento em santificação, que finalmente nos conduzem
ao amor maduro que possui tais características. Isto é feito no tempo da
jornada cristã, pela transformação do nosso caráter e coração à semelhança ao
de Cristo, em Sua plenitude.
O defeito, a
insuficiência, o fracasso da amizade humana, do afeto humano, da ajuda humana e
da simpatia humana só podem ser remediados e supridos por Jesus - na Sua suficiência,
na plenitude, a ternura de Sua graça, força e amor.
Crentes
assim aperfeiçoados são de grande importância e valor na Igreja, sobretudo para
confirmar na fé os que são fracos, pela muita paciência e simpatia demonstrada
para com eles.
Eles se
tornam canais da compaixão do próprio Deus, que sempre nos sustenta e conforta
em todas as nossas tristezas, abandonos, sofrimentos e decepções. Nosso vazio é
mais do que preenchido. A necessidade é mais do que suprida pela suficiência
infinita e simpatia eterna do nosso Deus !
Nunca
devemos subestimar este dom precioso. Nosso Senhor não era indiferente a ele.
Ele não era insensível às simpatias humanas. Ele amava o homem, Ele procurava o
amor do homem, e Ele pedia a simpatia do homem. Portanto, não devemos ser
inteiramente independentes dos nossos companheiros; mas, ao mesmo tempo, não devemos
ficar muito dependentes dessa fonte de simpatia e compaixão humanas. Se o
Senhor a fornece e inspira, devemos recebê-la com gratidão, usá-la com
moderação e emprega-la para Sua glória. Se Ele a retém, é apenas para trazer-nos
à experiência de algo infinitamente melhor - a experiência mais profunda de Si
mesmo.
Miremos no
exemplo de Jesus, que quando, triste e desapontado, Ele se afastou dessa fonte
seca de simpatia humana, e se entregou
novamente à oração, retornando uma terceira vez a Seu Pai. Que grande lição temos
aqui, para o modo de agir em nossas aflições, sobretudo quando nos falta o
consolo humano.
Depois que Jesus
retornou de Seu terceiro apelo a Seu Pai, Ele não mais pediu a simpatia dos
apóstolos, pois havia encontrado tudo o que precisava em comunhão com Deus. A
luta estava terminada, o conflito havia passado, Sua vontade e a vontade de Seu
Pai eram agora perfeitamente uma.
Deus, pelas
decepções humanas, nos impulsiona à oração, e pela oração nos conduz a Si
mesmo. Você tem o mesmo Pai que Jesus teve de ir em apuros.
A hora da
agonia, antes que este ponto seja alcançado, pode ser longa e escura. Não uma
ou duas vezes, mas três vezes, você pode viajar com sua alma com tristeza e
escuridão mental, para o trono da graça antes que sinta alívio; mas o
resultado, por mais angustiante e prolongado que seja a luta, será glorioso -
"Sua vontade, não a minha seja feita!" - e uma paz celestial, irá
preenchê-lo para suportar a crise ou o sofrimento.
E tendo a
experiência de que Deus simpatiza conosco em nossos sofrimentos, somos também
inspirados a agir de igual forma em relação aos nossos irmãos, uma vez, tendo
sido aprovados na escola à qual se refere o apóstolo Tiago:
“2 Meus
irmãos, tende por motivo de grande gozo o passardes por várias provações,
3 sabendo
que a aprovação da vossa fé produz a perseverança;
4 e a
perseverança tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos,
não faltando em coisa alguma.” (Tiago 1.2-4).
“Bem-aventurado
o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da
vida, que o Senhor prometeu aos que o amam.” (Tiago 1.12).
E também o
apóstolo Pedro:
“3 Bendito
seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande
misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus
Cristo dentre os mortos,
4 para uma
herança incorruptível, incontaminável e imarcescível, reservada nos céus para
vós,
5 que pelo
poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação que está preparada
para se revelar no último tempo;
6 na qual
exultais, ainda que agora por um pouco de tempo, sendo necessário, estejais
contristados por várias provações,
7 para que a
prova da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo
fogo, redunde para louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo;” (I
Pedro 1.3-7).
E ainda o
apóstolo Paulo:
“3 Bendito
seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus
de toda a consolação,
4 que nos
consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que
estiverem em alguma tribulação, pela consolação com que nós mesmos somos
consolados por Deus.
5 Porque,
como as aflições de Cristo transbordam para conosco, assim também por meio de
Cristo transborda a nossa consolação.
6 Mas, se
somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados,
para vossa consolação é a qual se opera suportando com paciência as mesmas
aflições que nós também padecemos;
7 e a nossa
esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das
aflições, assim o sereis também da consolação.” (2 Coríntios 1.3-7).
Nenhum comentário:
Postar um comentário