Acompanhei
todas as sessões da Câmara dos Deputados e do Senado Federal no Julgamento da
ex-presidente Dilma Roussef, e tenho acompanhado agora os pronunciamentos dos
deputados na CCJ da Câmara dos Deputados para a apreciação da aceitação ou não
da abertura do processo contra o presidente Michel Temer, por corrupção
passiva.
O
que percebi naquela ocasião, e o que tenho percebido agora é a mesma coisa, e não
poderia ser diferente, pois é uma oportunidade rara de se entender o que seja
realmente a política: um fazer valer os interesses partidários pelo voto da
maioria, e não propriamente a persecução do que seja justo, probo, segundo a
definição de justiça e moralidade apresentada por Deus em Sua Palavra revelada.
Em
assim sendo, é comum se ver que aqueles que são alinhados com a esquerda,
condenem a corrupção dos que são da direita ou do centro, e justifiquem e
inocentem seus próprios partidários envolvidos em corrupção, e por outro lado,
os que são alinhados com a direita e o centro, condenem os que são da esquerda,
e também justifiquem e inocentem os seus pares.
Estes,
parecem termos muito simplistas para explicar algo que é complexo, mas é
exatamente isto o que ocorre desde a mais remota antiguidade, em todos os
regimes políticos, sejam eles totalitários ou não.
O
interesse corporativo sempre prevalecerá sobre o que seja justo e correto.
Os
bilhões movidos na forma de propina a políticos, por empreiteiras, por Joesley
Batista, etc, pelo desvio do erário público para possibilitá-las, nada são em
comparação com os muitos bilhões em juros que o governo paga ao sistema
financeiro nacional e mundial.
A
esquerda no Brasil, empenhada na consecução do projeto bolivariano, desviava
recursos para a Bolívia, Venezuela, Cuba e outros países alinhados ao citado projeto,
e fazia um discurso contra os banqueiros.
O
desejo e plano de perpetuação no poder, levou a esquerda a partir para a
acumulação de recursos financeiros, pela via da corrupção que é do conhecimento
de todos os brasileiros.
Este
é o grande propósito ocultado sob a bandeira de cuidar dos pobres e de se dar
prioridade ao social.
Agora,
tudo indica que a ação para manter a todo o custo o atual governo no poder, tem
em vista agradar os interesses da comunidade financeira, de forma a garantir a
continuidade do desembolso de bilhões em favor da mesma, por parte do governo
brasileiro.
Enfim,
enquanto interesses particulares e partidários, e somente isto, permanecem em
voga, tudo se oculta sob a cortiça de fumaça de combater a corrupção, enquanto
nada é feito, para estabelecer padrões de verdadeira moralidade para a nação, e
ensino da vontade revelada de Deus para que isto seja alcançado.
Mas,
como o Reino de Cristo não é deste mundo, e como Deus sabe perfeitamente o que é
o coração humano, o evangelho prosseguirá sendo proclamado àqueles que se
converterão por um verdadeiro amor e à justiça, enquanto as nações caminham
para a grande e final prestação de contas no Juízo Final, diante do grande
Trono Branco, no qual se assenta, não o juiz Sérgio Moro, mas o Juiz dos juízes
e Senhor dos senhores.
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